E vamos falar sobre saúde mental!

Durante meu doutorado, especialmente no final, eu já estava mais para lá do que para cá. Ou seja, estava bem ansiosa, me sentindo pressionada, querendo acabar logo, com medo de um monte de coisas.

Como uma (boa) cientista, fui atrás de informações sobre o que poderia estar me ocorrendo naquele momento! E descobri que possivelmente estava com Síndrome de Burnout, por todo o estresse que o final de um doutorado representa na vida de uma pessoa!

Nesse período, eu tinha uma rotina matinal bem definida, que era: acordar, fazer café, tomar café lendo algumas publicações sobre produtividade, escrita e estresse no Medium, fazer uma meditação e sentar para escrever ou ler. Minhas leituras eram bem produtivas e me ajudavam bastante! Inclusive, eu aprendi sobre a importância de uma rotina matinal em uma vida de estresse lendo no Medium. Recomendo.

*Giphy

Três anos depois desse período de estresse, estou BEM melhor! O bom é que carreguei para mim o hábito de ler pelas manhãs.

Esses dias peguei para ler o Medium novamente. Infelizmente (ou felizmente) agora o acesso gratuito é restrito e só consigo ler 3 publicações ~de grátis~ por mês. E acabou me chamando a atenção uma publicação exatamente sobre saúde mental, escrita por um psicólogo, que falava 4 coisas que precisaríamos saber para cuidar da nossa saúde mental.

Pensei logo: “Ih, lá vem com aqueles clichês de: dormir, ter uma rotina, caminhar, fazer carinho num cachorro, beber água, ler, fazer pausas… ou seja, tudo o que já sei e já faço!”. Mas, não sei por que diacho, resolvi ler. Acho que para comprovar (ou não) se estava certa! 😉

(Eu sei!)
*Giphy

Acabou que foi uma boa surpresa para mim! (Ainda bem!). Por isso e por conta do período que estamos passando, decidi compartilhar um trecho com vocês:

“Tudo o que você precisa saber

Saúde mental não é determinada por sua genética ou simplesmente por pensar positivo. Saúde mental é construída e mantida por meio de um cultivo consistente de hábitos saudáveis:

Seja curioso/curiosa sobre sua própria mente.

Seja compassivo com seu sofrimento.

Seja flexível no seu comportamento.

Seja assertivo sobre seus valores.” (Tradução livre)

As explicações e as dicas foram bem iluminadoras! Especialmente sobre ser compassivo conosco, como se tivéssemos ajudando uma amiga/amigo, e ser flexível no nosso comportamento.

Acredito que a leitura pode ajudar muito! O autor é Nick Wignall e o artigo pode ser acessado aqui. O artigo é escrito em inglês. Mas, caso você não consiga ler em inglês, sugiro colocar no google tradutor. 😉

Espero que ajude!

Beijocas e até! :*

Publicado por Carol Bernardo

Sou a Carol. Também sou bióloga, ecóloga e economista, bailarina, mãe de duas cãs, professora universitária, pesquisadora por paixão, vascaína por opção, carioca de nascimento, brasiliense de coração e escritora nas horas vagas.

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